Talita contextualizou a situação, destacando que, embora a dengue seja uma problemática conhecida nacionalmente há mais de duas décadas, para Jaraguá do Sul, a questão é relativamente nova. A cidade implementou um plano de contingência desde 2015, porém, só recentemente, devido ao aumento expressivo de casos e focos do mosquito, é que esse plano foi ativado.
Vigilância em Saúde participou de sessão da Câmara de Vereadores Mirins e trouxe à tona uma preocupação crescente
Os números apresentados pela diretora de Vigilância em Saúde são inquietantes, tanto em casos notificados, quanto em casos confirmados e focos do mosquito, que têm aumentado exponencialmente. O município, além do controle, com 40 agentes de saúde em campo, mantém a central da dengue, no Parque de Eventos, atendendo casos suspeitos da doença e dando os devidos encaminhamentos, seja orientando, aplicando soro no local e encaminhamento aos hospitais, nos casos mais agudos da doença.
Vigilância: Diante desse cenário, as estratégias de controle e prevenção se tornam fundamentais. Talita detalhou as medidas adotadas pelo município, incluindo a manutenção de pontos estratégicos e armadilhas para monitoramento biológico do mosquito. Ela enfatizou a importância da divulgação de informações por meio de boletins semanais, mídias sociais e aplicativos municipais, visando conscientizar a população sobre a gravidade da situação e as medidas preventivas necessárias.
A diretora de Vigilância em Saúde de Jaraguá do Sul, Talita Piccoli Sevegnani, abordou também questões levantadas pelos vereadores mirins, como a transmissão da dengue pelo mosquito Aedes aegypti, os sintomas da doença, a eficácia da vacina e formas de incentivar os cuidados e a conscientização da comunidade. No entanto, segundo Talita, o desafio vai além das estratégias de controle e prevenção.
Para ela, é crucial a colaboração da comunidade e a integração de esforços entre diferentes órgãos municipais e entidades da sociedade civil. “A dengue não é apenas uma questão de saúde pública, mas também uma questão social e ambiental”, destacou.
Ao final da conversa ficou evidenciado que é necessário um esforço conjunto para eliminar os criadouros do mosquito, promover a limpeza e a conscientização, e garantir o acesso aos serviços de saúde para diagnóstico e tratamento adequados. Somente com uma abordagem abrangente e coordenada será possível enfrentar efetivamente essa grave situação da saúde, que se tornou uma epidemia.
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