O avanço de uma nuvem de gafanhotos põe as autoridades argentinas em alerta. Segundo o Serviço Nacional de Saúde e Qualidade Agroalimentar (Senasa), a região classificada como “perigo” fica na fronteira com o Brasil, muito próxima ao oeste do Rio Grande do Sul.
Segundo projeção do país vizinho, os insetos podem chegar ao oeste do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, oferecendo riscos às lavouras desses estados.
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De acordo com informações do governo de Córdoba, que está na área chamada de “precaução”, em um quilômetro quadrado pode haver cerca de 40 milhões de insetos, que são capazes de comer o que 2 mil vacas consomem em um dia.
Apesar da quantidade de animais, o governo argentino afirma que os insetos podem passar por vilas e cidades, mas não causam danos diretos aos seres humanos, apenas causam riscos a plantações e pastagens. Autoridades da Argentina também pedem para que os produtores, caso avistem a nuvem, avisem imediatamente para ajudar no monitoramento.
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