Newborn baby lies on its back surrounded by blankets in hospital bassinet with only its feet and ankle tracking bracelet in focus, photographed with shallow depth of field allowing for ad space.
O Hospital e Maternidade Jaraguá, que é referência em atendimento pediátrico na região norte de Santa Catarina, realizou um procedimento endoscópico infantil incomum para a cidade de Jaraguá do Sul (SC). Foi a primeira vez que uma dilatação esofágica foi realizada numa criança atendida por um hospital da cidade. A intervenção, que foi realizada no dia 12 de junho, é considerada delicada, mas o paciente de apenas 1 ano e 7 meses de idade se recupera em casa.
De acordo com a gastroenterologista pediátrica Angélica Luciana Nau, que há dois meses acompanha o caso, a família confirmou que a criança está bem e já se alimenta melhor. A médica observa que a dilatação esofágica é um procedimento considerado de risco, pois podem surgir complicações durante o processo, como a perfuração do esôfago do paciente. O procedimento foi necessário porque a criança ingeriu soda cáustica por acidente.
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A médica conta que todo o processo foi planejado com antecedência. “Há dois meses a criança ingeriu o produto acidentalmente e, desde aquela época, a equipe vinha planejando o procedimento e conversando sobre os passos do tratamento com a família”.
Entre preparar o paciente, anestesiar e concluir o processo, a operação durou 30 minutos. A médica responsável pela endoscopia e a dilatação esofágica, contou com o apoio de anestesista, radiologista, técnico em radiologia e enfermeiras. Os residentes em pediatria, do HMJ, também acompanharam o procedimento.
“Na tentativa de cicatrizar e curar a queimadura que a soda cáustica causa na mucosa do esôfago, o corpo faz uma estenose, que é o estreitamento da luz do órgão. Com isso, acaba ocorrendo uma dificuldade alimentar ao paciente. Para tentar reverter esse quadro, foi preciso dilatar e aumentar a luz do órgão com materiais específicos para que a criança possa voltar a se alimentar bem e não tenha risco nutricional no futuro”, explica Nau.
A criança recebeu alta no dia seguinte ao procedimento, mas o tratamento deve continuar por um longo período. Inicialmente, a previsão é que o paciente realize outras dilatações de esôfago no intervalo de algumas semanas. “Conforme for melhorando e conseguindo se alimentar melhor, poderemos espaçar mais, mas o tratamento costuma ser prolongado”, complementa a médica.
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