2. Qual a porção/quantidade de açúcar e carboidrato diária recomendada a quem tem diabetes do tipo 1 e tipo 2?
“A recomendação de açúcar e carboidratos é a mesma para quem não tem diabetes”. É o que diz a nutricionista Greyce, que completa dizendo que “a diferença é que, se uma pessoa sem diabetes exagerar em algum desses alimentos ela não irá ‘passar mal”.
A nutricionistas ainda dá ‘exemplos de porções:
*As quantidades irão variar de acordo com o corpo, idade, sexo.
A especialista Greyce destaca que a alimentação desempenha um papel crucial tanto na prevenção quanto no tratamento do diabetes mellitus, independentemente de ser do tipo 1 ou 2. Segundo ela, “uma dieta não balanceada e motivada pode influenciar diretamente os níveis de açúcar no sangue, provocando flutuações que comprometem a produção de insulina e, consequentemente, o funcionamento normal do organismo”.
Complementando essa visão, a Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que, embora a causa exata da maioria dos casos de diabetes ainda seja desconhecida, há um fator comum: o acúmulo de açúcar na corrente sanguínea. Isso ocorre devido à produção insuficiente de insulina pelo pâncreas, além da combinação de fatores genéticos e ambientais que contribuem para o desenvolvimento tanto do diabetes tipo 1 quanto do tipo 2.
Além disso, estudos publicados em maio de 2019 sobre as consequências da obesidade enfatizam que essa condição é um fator de risco significativo para o diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares. Segundo os autores, “o ganho de peso em níveis anormais, a progressão da obesidade e a forma como a gordura é distribuída no corpo são determinantes para o surgimento dessas enfermidades”. Eles ainda reforçam que a adoção de um peso saudável, aliada ao aumento da atividade física, reduz significativamente o risco, enquanto uma dieta equilibrada permanece como um pilar fundamental para a saúde.
Para aqueles que acabaram de ser diagnosticados com diabetes, Greyce recomenda iniciar um acompanhamento nutricional. “O objetivo é compreender melhor a doença, adotar a alimentação de forma equilibrada e continuar consumindo alimentos que você gosta, porém com moderação”, explica o profissional.
Após esse período inicial, a frequência ideal de consultas pode variar. Greyce esclarece que “não existe uma regra fixa quanto à quantidade de visitas anuais ao nutricionista”. Entretanto, ela sugere buscar orientação profissional caso ocorra alguma das situações a seguir:
Desta forma, o acompanhamento nutricional é essencial nas diferentes fases da jornada do diabético, permitindo ajustes na dieta conforme as necessidades individuais.
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