Foto: World Triathlon
Uma segunda chance que mudou totalmente a vida de Djenyfer Arnold. Desde os sete anos, a catarinense pratica natação. Foi atleta de alto rendimento por cerca de cinco anos, com conquista do campeonato sul-americano de maratona aquática nos 5km e vice-campeã sul-americana nos 10km, mas perdeu o brilho pela modalidade. Em 2017, decidiu que iria parar de competir. Foi quando a orientadora de Djenyfer na faculdade, Elinai Freitas, a convidou para testar o triatlo.
“Foi o recomeço do esporte para mim. Voltei para o esporte, a ter gosto, alegria. Aprendi muito com a criançada do projeto. Eu cheguei com 24 anos e eles (crianças do projeto) com 12, 13 anos ensinando o triatlo”, contou. Hoje, a catarinense de São Bento do Sul é uma das brasileiras que poderá estar nos Jogos de Paris 2024. Isso porque o Brasil tem quatro vagas asseguradas, duas no masculino e duas no feminino, e por ser a segunda melhor brasileira no ranking, atualmente, tem a vaga.
“Acho que continuar fazendo o trabalho que a gente vem fazendo, participando das competições, sendo competitiva e ter a performance que eu tô tendo que eu acho que não vai ter erro. É focar em mim e fazer o meu. São sete provas, sete oportunidades e eu tenho que estar ali. Tenho que estar no jogo. Tenho que estar mantendo meus resultados para confirmar. Essa vaga que hoje é minha”, afirmou Djenyfer. No mês passado, no Pan-Americano de Santiago, ela foi ouro no revezamento misto do triatlo.
Foto: World Triathlon
Foto: Pedro Souza/Atlético
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