Foto: Marcio Davi
Foto: Marcio Davi
Tainá Hinckel ainda era uma pré-adolescente quando competiu pela primeira vez no Circuito da WSL (World Surf League, na tradução Liga Mundial de Surfe). Foi em 2017, em Saquarema, no Rio de Janeiro, que a catarinense venceu a triagem do Rio Pro bem no dia do seu aniversário de 14 anos.
Na ocasião, a menina deu a primeira entrevista falando dos seus sonhos e perspectivas para a carreira. Tainá, que tinha a australiana Tyler Wright como maior referência no esporte, almejava a classificação olímpica, concretizada nesta quinta-feira (29), como uma de suas grandes metas.
“A experiência foi muito boa, só de estar ali competindo com ela foi maravilhoso e eu também agradeço a todos que estavam na praia apoiando. Queria ter ido melhor, mas estou muito feliz”, afirmou Tainá logo após o 13º lugar do Rio Pro 2017.
“A Tyler faz parte das inspirações, a Stephanie (Gilmore) e a Carissa (Moore) são as minhas maiores ídolas. Porém, o meu maior ídolo de todos é o Ricardo dos Santos (morto em 2016). Nossa (com os olhos marejados), não dá nem para falar direito, porque o Ricardinho era quase meu irmão”, completou.
Apontada como candidata a uma das vagas às Olimpíadas de Tóquio, a surfista não alcançou o objetivo em seu primeiro ciclo olímpico. Contudo, três anos depois, a promissora atleta de 21 anos já pode bater no peito e dizer que será uma das representantes do Brasil numa Olimpíada. Com a ida ao round 5 do ISA Games, em Porto Rico, Tainá carimbou o passaporte para Paris 2024.
Em Teahupoo, palco do surfe nos Jogos, ela competirá ao lado de Tatiana Weston-Webb, que já havia se garantido via ranking da WSL. A dupla terá a companhia de Filipe Toledo e João Chianca, ambos classificados pelo Circuito Mundial do ano passado. A lista pode aumentar caso o Brasil vença as disputas por equipes masculina e feminina do ISA, a janela do evento termina no domingo (3).
Tainá Hinckel é filha do ex-surfista profissional Carlos Kxot, o Caxote. A família mora na Guarda do Embaú, praia que fica na divisa de Palhoça e Paulo Lopes, em Santa Catarina. Antes do surfe, a catarinense praticou judô, tendo sido campeã estadual da modalidade. Aos 11 anos, porém, ela optou por seguir os passos do pai, passando a dedicar-se integralmente ao surfe, esporte com o qual teve contato pela primeira vez aos dois anos.
Foto: Ricardo Artifon/Concórdia
Foto: GE
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