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Política e Políticos – e-mail da coluna: jornalismo@jdv.com.br
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Secretário estadual de Infraestrutura e Mobilidade, deputado estadual licenciado e à frente do Programa Estrada Boa, criado pelo governador Jorginho Mello (PL) prevendo investimentos de R$ 3,5 bilhões, Jerry Comper vai se cercando de apoios para as urnas de 2026. Para isso, já nomeou 16 ex-prefeitos de municípios de várias regiões do estado, para funções de assessoria em seu gabinete na Assembleia Legislativa. Especulado como candidato a deputado federal, Comper diz que prefere tentar um terceiro mandato na Alesc. E segue o baile!
*Nada indica, por enquanto, que os prefeitos dos três maiores colégios eleitorais de Santa Catarina vão se candidatar a outro cargo eletivo nas eleições de 2026.
*Em Blumenau o delegado Egídio Ferrari (PL), ex-deputado estadual, cumpre seu primeiro mandato, fica no cargo até 2028, mas já pensando numa reeleição.
*Os partidos políticos de Santa Catarina, sem exceção, vivem época de derretimento, rachados, alguns aos pedaços. A luta agora é pela sobrevivência nas urnas e salve-se quem puder.
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Tramita no Senado um projeto de lei determinando que o período de inelegibilidade de uma pessoa passe a ser único, de 8 anos. A proposta é da deputada federal Dani Cunha (União Brasil/RJ). Beneficiando políticos cassados e condenados por abuso de poder político ou econômico, e uso indevido dos meios de comunicação. No caso, Jair Bolsonaro (PL). Hoje, o impedimento é de oito anos, mais o tempo restante de duração do mandato que ele ocupava. Mas a mudança tem discordância do bispo Dom Jaime Spengler, presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil e nascido em Gaspar, que defende a lei atual, sem flexibilizações. “A mudança desfigura os principais mecanismos de proteção da Lei da Ficha Limpa ao beneficiar especialmente aqueles condenados por crimes graves”, disse o bispo.
*Projeto de lei do deputado federal Ubiratan Antunes Sanderson (PL/RS) proíbe o uso de recursos públicos para custear viagens da primeira-dama Rosângela Silva e seu séquito de assessores.
*Com salários e viagens de oito assessores pessoais e ela própria, até dezembro de 2024 Rosângela já tinha torrado R$ 3,8 milhões.
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Relatório do Tribunal de Contas da União aponta 6.200 emendas parlamentares do tipo ninguém sabe, ninguém viu, entre 2020 e 2023 (governos Bolsonaro e Lula). Agora, governadores e prefeitos têm prazo de 90 dias dado pelo ministro Flávio Dino, do STF, para se explicarem. Aliás, a total falta de transparência já tinha levado Dino a bloquear estes recursos federais em 2024, agora alvo de negociação direta entre o Congresso e Lula da Silva (PT) no toma lá, dá cá que rege o “sim” para projetos de interesse do governo pelos parlamentares de partidos do chamado “Centrão”. Tão confiáveis quanto areia movediça. Só para saber: em 2025 o orçamento geral da União reserva R$ 50 bilhões (líquidos) em emendas. Já o orçamento de Santa Catarina para o ano está projetado em R$ 52,6 bilhões (brutos).
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