Foto: Getty Images
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Stephen Curry tem quatro títulos da NBA, dois prêmios de Jogador Mais Valioso (MVP) da temporada, o recorde de cestas de três pontos da liga norte-americana e o reconhecimento como um revolucionário do basquete. Só faltava um item essencial para seu currículo: uma medalha de ouro olímpica. Depois deste sábado (10), não falta mais. O armador fez chover na Arena Bercy para garantir a vitória dos Estados Unidos sobre o time da casa, a França, por 98 a 87, na final do basquete masculino nas Olimpíadas de Paris 2024. Foram 24 pontos, com oito bolas de três pontos, quatro delas no último quarto, para segurar um time aguerrido que ameaçou os poderosos norte-americanos até o final.
A 3min04s do fim, os franceses encostaram em 82 a 79 com uma enterrada de Victor Wembanyama, o promissor gigante de 2,24m que se tornou realidade nestes Jogos Olímpicos ao liderar o time da casa à segunda final consecutiva. Com ele, vinha a torcida, que contava nas cadeiras com celebridades como o presidente do país, Emmanuel Macron, o lendário futebolista Thierry Henry e o multicampeão olímpico do judô Teddy Riner. A sensação era que a defesa francesa seria capaz de parar o estrelado time dos sonhos, que mesmo com LeBron James e Kevin Durant em quadra, cometia erros em sequência contra a marcação por zona do adversário.
Porém, a melhor resposta para uma zona no basquete é um bom arremessador de longa distância e os Estados Unidos tinham o melhor da história do seu lado. Curry acalmou os ânimos com a primeira bola de três e após um chute ruim de Wembanyama, Durant pegou o rebote, converteu dois lances livres e deu um respiro para os norte-americanos. A partir daí, Steph tratou de responder todas as cestas dos franceses com uma bola de três. Ao conectar a terceira seguida, com 35 segundos restando e o placar em 96 a 87, o armador fez o gesto que patenteou na NBA, juntando as mãos e deitando a cabeça, num sinal de que o adversário podia dormir: o jogo havia terminado.
O ouro era, pela quinta Olimpíada consecutiva, dos Estados Unidos. Foi também o quarto ouro consecutivo de Kevin Durant, agora o jogador masculino mais vezes campeão olímpico na história dos EUA. Ele marcou 15 pontos na final, primeira partida na qual começou como titular em Paris após perder todos os amistosos de preparação, em recuperação de uma lesão na panturrilha. O outro grande nome da seleção, LeBron James, contribuiu 14 pontos, 10 assistências e seis rebotes em sua última Olimpíada, aos 39 anos, já anunciou que não estará em Los Angeles 2028, se aposenta da seleção com três ouros olímpicos.
Diante de uma Arena Paris Sul lotada, a França não decepcionou. Com atuação de gala, venceu a Polônia por 3 sets a 0 e conquistou o segundo ouro consecutivo no torneio masculino de vôlei. As parciais foram de 25/19, 25/20 e 25/23. O grande nome da decisão foi Patry, que marcou 17 pontos. Os franceses ainda se saíram bem no bloqueio, com nove pontos, e no saque, anotando oito aces. Paris virou baile, mas ao som de A Marselhesa, letra do hino da França.
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Foto: Jaraguá/Divulgação
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