Está cada vez mais longe a promessa de Jorginho Mello (PL) em manter o Plano 1000 (mil reais por habitante), criado no governo Carlos Moisés (Republicanos) e acionado na mesma gestão, já com alguns repasses para municípios com projetos de obras prontos e aprovados pelo Estado. Aliás, a Assembleia Legislativa (que aprovou o Plano) recebeu um parecer técnico do Tribunal do Contas do Estado apontando inconstitucionalidade e falta de controle nos repasses ainda quando a proposta tramitava por lá. Sem a necessária transparência na aplicação das verbas. E com aval do MDB, PP e PSD, principalmente.
Mas, então o Plano 1000, sem recursos no orçamento de 2023, “já era? O governador Jorginho Mello rebate e diz que o Plano não acabou. “O que acabou foi a forma de ofertar dinheiro (às prefeituras) igual ao Silvio Santos”, uma alusão irônica ao consagrado apresentador (e dono do SBT) do quadro “Quem Quer Dinheiro?”. Porém, Mello ainda não disse quando e como a proposta será retomada. E isso requer urgência, até porque muitos municípios começaram as obras com a primeira parcela recebida. E que estão paradas, gerando insegurança jurídica.
Reforçado com as assinaturas dos governadores do Mato Grosso do Sul, Paraná e Rio Grande do Sul, o governador Jorginho Mello (PL) deixou com o presidente Lula da Silva (PT) uma lista de investimentos urgentes. Só em rodovias federais que fazem ligação entre os quatro estados e olimpicamente ignoradas pelo governo de Jair Bolsonaro (PL), são R$ 701 milhões. Mas não será tarefa fácil para o governador mais bolsonarista do país “amolecer” corações em Brasília, porque o ranço político prevalece. Sempre, e pouco importa quem governe.
Mas chamou a atenção uma agenda paralela protagonizada pelo senador Dario Berger (PSB), o presidente do PSB, Claudio Vignatti e o vice-presidente do partido, Juliano Campos, em Brasília. Com foco, também, nas rodovias federais. Conversaram com o vice Geraldo Alckmin (PSB). “Nos colocamos à disposição para fazer a interlocução necessária com o Brasília e tratamos, também, da participação de SC no governo federal”, disse Berger. Bingo! O mandato do senador termina hoje (31), o PSB não elegeu ninguém e precisa, urgentemente, de uma vitrine. Senão, como se diz no popular, “vai pro saco”.
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