Coautora Sônia Pillon foi representada pelo filho Felipe no pré-lançamento da coletânea “Dos Açores a Santa Catarina…”
Sônia participa com o conto “Minha viagem ao Novo Mundo”, focado em uma família que passava por sérias dificuldades e decidiu partir para o Brasil na primeira leva vinda da ilha dos Açores.
Em 2012, Sônia já havia lançado na Bienal de São Paulo o primeiro livro solo, “Crônicas de Maria e outas tantas…”, no estande da Scortecci Editorial
A protagonista do conto “Minha viagem ao Novo Mundo”, Maria das Graças Trigueiro da Silveira, é uma adolescente forte e corajosa que se destacará como professora na então Vila Nossa Senhora do Desterro. A narrativa é conduzida por Maria das Graças desde os Açores. Ela registra tudo minuciosamente em um diário, ao longo da vida.
Segundo a coautora, para fundamentar os personagens, o conto exigiu pesquisas históricas sobre a Ilha dos Açores no século 18, panorama econômico, costumes, detalhes sobre o veleiro “Jesuz. Maria, José” e os desafios da travessia até aportar na Vila Nossa Senhora do Desterro. “Foi uma imersão naquela época, como atravessar o túnel do tempo e me sentir vivenciando a trajetória dos açorianos. A realidade se assemelha aos imigrantes alemães, italianos, poloneses, húngaros, que também deixarem tudo para trás, fugindo da fome e da falta de perspectiva Amei participar desse projeto!”, resume Sônia Pillon.
Interessados em adquirir a II Coletânea Internacional da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil (AJEB-SC) devem acessar o https://clubedeautores.com.br/livro/dos-acores-a-santa-catarina-uma-viagem-no-tempo.
Livro sobre a tragédia climática no RS
Outro livro em que a colunista do JDV Online participa como coautora em 2024 é da coletânea “Palavras 2024”, iniciativa da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil (AJEB-RS), com a crônica “Mercado de aromas e lembranças”, que integra o Caderno Especial sobre a Tragédia Climática. Na crônica, Sônia Pillon traduz na escrita a angústia de ver o Mercado Público de Porto Alegre, cidade onde nasceu, que em maio foi inundado pelas águas do Guaíba. O texto traz lembranças lúdicas sobre o mercado mais antigo do Brasil, que converge pessoas não somente para compras, mas também por ser atrativo turístico, gastronômico e de convivência. A edificação centenária, no coração do Centro Histórico, é tombada pelo patrimônio de Porto Alegre.
O lançamento da coletânea será dia 18 de novembro, no Espaço Força e Luz, e na sessão de autógrafos da Feira do 70a. Feira do Livro de Porto Alegre.
“Mercado de aromas e lembranças” integra o Caderno Especial sobre a Tragédia Climática. Será lançado da 70a.Feira do Livro de Porto Alegre, em novembro
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