Por Sônia Pillon
Sim, meus amigos, os atletas brasileiros que disputam os Jogos Olímpicos de Tóquio estão ON! Pelo menos, a maioria deles. E como é empolgante assistir os competidores lutando bravamente em diversas modalidades, acompanhar suas histórias de superação e vibrar intensamente a cada medalha! É o momento de conferir as postagens dos nossos ídolos nas redes sociais. É como se cada um de nós se sentisse vitorioso também. Nesses momentos, ainda que por um curto espaço de tempo, esquecemos das nossas mazelas tão conhecidas.
Há muitos motivos para comemorar. Como não vibrar com a prata da skatista Rayssa Leal, a “Fadinha do Skate”, que com apenas 13 anos de idade, deu um show na pista e esbanjou simpatia? A trajetória surpreendente de Rayssa está inspirando inúmeras meninas para a prática da modalidade e fez com que o número de seguidores da menina na rede social pulasse de 1 milhão para 5,5 milhões desde a conquista histórica. E o que dizer de Rebeca Andrade, prata e ouro na ginástica artística, elogiada pela lendária atleta romena Nadia Comaneci? Também temos o exemplo do surfista Ítalo Ferreira, outro que trouxe ouro no peito e nos encheu de orgulho. Até a tarde deste domingo, 1º de agosto, o Brasil já somava 10 medalhas: cinco de bronze, três de prata e duas de ouro.
Considerando as dificuldades individuais dos que se credenciaram a disputar pódios representando nosso país, cada vitória deve ser muito comemorada. Todos os méritos para os guerreiros que estão lutando em solo nipônico. E nunca é demais lembrar que mesmo os que não venceram merecem todo o nosso respeito, como pede o espírito olímpico.
Evidentemente, estamos falando aqui do saldo positivo das Olimpíadas, da bela repercussão vista em todas as plataformas sociais, mas há o outro lado da moeda. Enquanto uns lançam comentários edificantes e respeitam os adversários (que nunca devem ser encarados como inimigos), há péssimos exemplos de civilidade na web. É triste assistir bate-bocas virtuais envolvendo atletas olímpicos, como o episódio protagonizado pelo surfista nipo-estadunidense Kanoa Igarashi, que venceu Gabriel Medina e debochou do brasileiro. Um gesto deselegante e antiético, considerando que Medina já o havia derrotado em outras competições, mas jamais teve uma atitude semelhante. Porém, a felicidade alardeada do japonês durou pouco, já que ele foi derrotado por Ítalo Ferreira, por ironia do destino, outro brasileiro. E dessa vez, a torcida verde-amarela não perdoou. Kanoa virou, pode-se dizer…
Mas, quem poderia imaginar, a briga mais horrorosa aconteceu entre duas brasileiras. A troca de farpas entre a atleta de paracanoagem Andrea Pontes e a goleira Bárbara, da seleção feminina de futebol foi um dos acontecimentos mais lamentáveis dessa edição. Ofender e desqualificar são atos inaceitáveis. É certo que hoje a internet faz parte do dia a dia, mas está na hora de impor limites na hora de emitir opiniões e “desabafos virtuais”. Esperemos que o comitê olímpico e as delegações imponham restrições e punições para que situações como essas não se repitam. Que essas experiências também nos sirvam de lição. Do que fazer e do que não fazer quando se está no modo ON.
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