“São alimentos que têm concentrações muito altas de determinados nutrientes, que, consumidos em pequenas quantidades, têm grande impacto na vida das pessoas”, ressalta a profissional.
Citando o matcha, a spirulina e o açaí, ela traz outros exemplos, incentivando o consumo. “Alimentos com fibras prebióticas, como batata-yacon, a cúrcuma, que é um tempero rico em substâncias de compostos bioativos de ação anti-inflamatória”, completa a especialista.
Alessandra reforça que estes não são itens básicos, comuns nos cardápios dos brasileiros, como arroz, feijão, batata-inglesa, ingeridos na dieta para bater meta calórica do dia.
“São alimentos de concentração muito alta de micronutrientes, vitaminas, minerais e nutrientes com outras funcionalidades no corpo como antioxidantes, anti-inflamatórios que tenham papeis na influência dos nossos hormônios. Alimentos superconcentrados em determinados nutrientes”, destaca.
Segundo a Associação Nacional de Atenção ao Diabetes, ANAD, o termo surgiu em 2004, em uma obra do Dr. Steven G. Pratt, médico norte-americano, autoridade mundial reconhecida na prevenção de doenças oculares. Pratt dá palestras sobre os benefícios de uma dieta baseada em consumir alimentos integrais e adotar escolhas de estilo de vida saudáveis.
Além dos já citados por Alessandra, de acordo com a ANAD, também são considerados superalimentos: salmão, brócolis, espinafre, chá verde, maçã, abacate, feijões, canela, chocolate amargo, frutas secas, azeite extravirgem, alho, mel, kiwi, iogurte, cebola, laranja, romã, abóbora, soja, tomates, carne de peru e nozes.
Para entender o que diferencia estes dois grupos, Alessandra Luglio primeiramente explica o que são os alimentos funcionais: “Eles têm uma terminologia já conhecida, até dentro do mundo acadêmico, pois, além de nutrir e fazer o básico da nutrição, eles têm funcionalidade no nosso corpo.
Por exemplo: verduras como chicória possuem fibras probióticas, isso acontece também com a aveia. Além de nutrir, ao consumir regularmente, elas melhoram nossa microbiota intestinal”, destaca.
Alessandra Luglio conta que alguns superalimentos também são considerados alimentos funcionais, tipo o café, que é convencional, mas tem funcionalidade, já que contém cafeína e ela tem papel especial no nosso estado de alerta, estimulando nossa atenção, funções cognitivas e possui influência no metabolismo, intensificando nosso gasto calórico.
“A diferença entre os funcionais e superalimentos é bastante sutil por conta de que muitos superalimentos são funcionais, mas nem todos funcionais são superalimentos”, pondera a especialista.
Fonte: Gshow
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