Dia da Mulher Empreendedora exalta ferreira do Rio da Luz
Elia Hass é empreendedora do bairro Rio da Luz, que atua no ramo de ferragens, com fabricação de ferramentas em seu estabelecimento e comercialização de seus produtos, sendo a única mulher na região, pelo que se tem conhecimento, que atua na profissão de ferreiro artesanal.
Ela trabalha na linha de produção de ferramentas (facas, foices, enxadas e outros), demonstrando que a maioria das profissões encontradas atualmente no mercado de trabalho, já não são mais exclusivamente femininas ou masculinas.
É uma empresa familiar, sucedida de seu pai. É considerada um exemplo de empreendedorismo feminino, haja vista que além de administrar a empresa, trabalha na linha de produção junto com os demais colaboradores, exigindo muita habilidade e força para transformar metal em ferramentas agrícolas há mais de 40 anos.
Em abril de 2021, o JDV, em reportagem inédita, conversou com Elia Hass que contou um pouco da sua história.
A moradora do bairro Rio da Luz começou na profissão ainda pequena, com os pais. “Fui criada pelos meus avós até os meus três anos. Depois fui morar com meus pais e desde pequena ajudava eles na empresa. Aos 15 anos, já fazia pintura e com 16, dirigia o caminhão”.
De acordo com a ferreira empreendedora, ela aprendeu a fazer solda, afiar e a bater foice sozinha quando ficou sem os profissionais responsáveis por essas funções na empresa. “Hoje sei fazer de tudo”.
Ela trabalha no mesmo horário dos funcionários e brinca dizendo que trabalha até mais, pois de vez em quando, fica na empresa que é no mesmo pátio que a casa onde mora para terminar algum serviço ou adiantar alguma coisa.
A produção é feita em um galpão e é quase 100% artesanal. Ao entrar no lugar de piso de concreto se vê do lado esquerdo uma mesa onde é feita a solda para os machados.
Na parte de trás, mais aos fundos próximo a uma porta lateral e janelas, ficam o forno de aproximadamente 300 graus onde as chapas brutas são colocadas para serem moldadas.
O processo é feito na mão. Depois que sai do forno, a ferreira não tem muito tempo para bater na chapa e formar a foice antes que o material esfrie.
Já frio, ele vai para uma lixadeira onde ganha corte. E por fim, para a sala de pintura onde ganha o acabamento final e o cabo em madeira.
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