Segundo a gerente de Atenção Básica da Secretaria de Saúde, Milena Machado, o encerramento das atividades nesta sexta-feira, 12 de julho, se dá pela redução substancial da procura, que chegou a média de 30 diárias nas últimas semanas, com 10 a 15 hidratações, quadro que as 28 unidades básicas de saúde vão absorver.
Dos que procuram a Central da Dengue, cerca de um terço são sintomas da doença e os demais casos, de outras demandas. Milena informa que até segunda-feira (8), foram realizados 43.570 atendimentos, com 6.253 hidratações e 275 transferências para os hospitais, quando os quadros dos pacientes assim exigiam.
O boletim da dengue divulgado na tarde do dia 10, quarta-feira, registra 24.681 casos de dengue notificados, com 17.440 confirmados e 12 óbitos.
O município de Jaraguá do Sul conta com 28 unidades básicas de saúde, sendo que as da Barra do Rio Cerro, Centro, João Pessoa, Vila Lenzi, Vila Nova, Rau e Águas Claras atendem de segunda a sexta-feira, das 7h às 22h e, aos sábados, das 9h às 13h. As UBS de Nereu Ramos e Caic atendem de segunda a sexta, das 7h às 22h, e as demais, das 7h às 16h30min.
A gerente Milena Machado explica que com a baixa da procura, as unidades de saúde têm todas as condições de absorver a demanda de suspeição da dengue. Nos finais de semana, quando as unidades estão fechadas, os atendimentos são feitos nos prontos socorros dos hospitais São José (adultos) e Jaraguá (crianças).
Uma indicação legislativa apresentada na Câmara de Vereadores e apresentada ao Executivo Municipal, sugere providências para realizar um estudo de viabilidade para a implantação do Método Wolbachia em Jaraguá do Sul. Este método é um mecanismo biológico de combate à dengue que já foi aplicado com sucesso em diversos países, como a Austrália, e em cidades brasileiras, como Niterói.
A Wolbachia é uma bactéria presente em cerca de 60% dos insetos, inclusive em alguns mosquitos. No entanto, não é encontrada naturalmente no Aedes aegypti. Quando presente neste mosquito, a Wolbachia impede que os vírus da dengue, Zika, chikungunya e febre amarela urbana se desenvolvam dentro dele, contribuindo para redução destas doenças.
foto: Flávio Carvalho-WMP Brasil
O método consiste na liberação de Aedes aegypti com Wolbachia para que se reproduzam com os mosquitos locais, estabelecendo, aos poucos, uma nova população destes insetos, todos com Wolbachia.
A justificativa para a indicação destaca que o método, ao ser implementado em Niterói, apresentou resultados promissores, com uma redução de 70% nos casos de dengue em aproximadamente três anos, quando comparado com a cidade do Rio de Janeiro.
Joinville, cidade vizinha a Jaraguá do Sul, iniciou a implantação do método nesta semana.
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