A Lei de Diretrizes Orçamentárias (da União), aprovada pelo Congresso Nacional, previa que o R$ 465 milhões de recursos do governo do Estado repassados ao Ministério da Infraestrutura para investimento em obras de duplicação de rodovias federais, entre elas a 470 e a 280, fosse abatido da dívida que Santa Catarina tem com o governo federal. Porém, o presidente Jair Bolsonaro (PL) vetou a emenda.
Interesse público
Diz o despacho presidencial: “A proposição legislativa contraria o interesse público, vez que a União já vem adotando, desde 2014, medidas que ofereceram alívio fiscal aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios. Assim, a situação fiscal dos entes subnacionais tem se mostrado satisfatória nos últimos exercícios. Ademais, existem mecanismos mais abrangentes que permitem a compensação de créditos entre entes subnacionais”.
Sem negociação
“O artigo em comento favoreceria reduzido grupo de beneficiários em detrimento de outros, e ampliaria a desigualdade já que, de fato, não se trata de uma compensação, mas simplesmente a aplicação de recursos federais em obras de caráter local, com risco de prejuízos à gestão da dívida mobiliária federal”. Como diria um manezinho nascido na Capital catarinense sobre o alto preço de uma negociação, mofas com a pomba na balaia!
Eleições
Lima 2 x 0
Quando Lula da Silva (PT) vier a Santa Catarina em campanha, poderá haver cotoveladas no palanque petista também frequentado por outros partidos da esquerda que apoiam Décio Lima (PT). É que na queda de braço com o PSB, Lima levou a melhor. Mais que previsível. Lima, compadre de Lula, emplacou a microempresária Beatriz Vargas (Criciúma) como vice-governadora na chapa da Frente Democrática que ele lidera. Fato singular: uma mulher negra em chapa que disputa o governo do Estado.
Sobrou para Berger
O PSB tentou impor Dario Berger a governador. Depois, a vereadora Marcilei Vignatti, mulher do presidente do partido, Claudio Vignatti, ou o ex-vice-prefeito de Joinville, Rodrigo Bornholdt para vice de Lima. Nada deu certo. E na encrenca PT e PSB, sobrou, para Berger. Como um estranho no ninho, tentará a reeleição. Ou encerrar de forma melancólica uma vitoriosa carreira nas urnas: vereador e duas vezes prefeito de São José, duas vezes prefeito de Florianópolis e senador.
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