Chiesetta Alpina é um dos mais procurados no turismo religioso
A Chiesetta Alpina – Monumento à Fé do Imigrante, construída no Morro Boa Vista, é bastante frequentada. Por ora, está fechada à visitação devido às obras de construção da Via Sacra, pavimentação do pátio e construção do novo estacionamento. A previsão é de que seja liberado no início de dezembro.
A Chiesetta não tem nenhum padroeiro, mas ela é dedicada a Albino Luciani, o Papa João Paulo I, pela sua proximidade familiar com famílias de imigrantes que vieram para a Colônia Luiz Alves, vindas das montanhas dolomitas de Belluno, Norte da Itália. Ele também é candidato a santo da Igreja Católica, processo que corre no Vaticano.
O monumento é privado, pertencente ao Instituto Chiesetta Alpina. Em 2021 completa 10 anos do lançamento da pedra fundamental. Em tão curto espaço de tempo transformou-se num dos principais centros do turismo religioso de Santa Catarina.
Santa Catarina tem cinco candidatos para a santificação na Igreja Católica
Muitas pessoas fazem turismo religioso por motivos de conforto espiritual, para pagar promessas ou para orar por perdão ou salvação. Para outros, essa é uma forma de demonstrar sua devoção a uma fé. O segmento, que é um dos mais fortes do turismo catarinense, sofreu as consequências das medidas de isolamento social adotadas devido à pandemia do novo coronavírus, que mudaram completamente a mobilidade humana.
De uma hora para a outra, todas as atividades voltadas a viagens e turismo foram interrompidas. Com o turismo religioso não foi diferente, principalmente depois que os templos, como basílicas e santuários, tiveram de fechar as portas para evitar aglomerações. Muitos desses lugares de peregrinação sustentam toda uma indústria de viagens, transporte e hospedagem.
Assim como o restante da economia, o segmento deve começar a se recuperar nos próximos meses. A Agência AL preparou um material especial sobre dois reforços de peso que o turismo religioso catarinense deve ganhar com a abertura dos processos de beatificação do Padre Léo, em São João Batista, e do jovem Marcelo Henrique Câmara, o primeiro candidato a santo nascido em Florianópolis. Os dois “servos de Deus” ingressaram no rol dos postulantes a santos da Igreja Católica catarinense durante cerimônias realizadas nos dias 7 e 8 de março deste ano.
Os dois postulantes devem reforçar o turismo religioso catarinense, que tem como principal nome a Santa Paulina, primeira santa brasileira, canonizada em 2002, de Nova Trento. Além de Padre Léo e de Marcelo Câmara, também postulam santidade a menina Albertina Berkenbrock, nascida em Imaruí, beatificada em 2007; o Frei Bruno, de Joaçaba; e o Padre Aloísio Boeing, de Jaraguá do Sul. Albertina já foi beatificada e os dois últimos tiveram os processos de beatificação iniciados em 2013.
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