No entanto, nas últimas semanas, os biólogos da autarquia se depararam com uma situação, no mínimo, cruel: pelo menos três ocorrências atendidas envolviam sapos que tiveram suas bocas coladas. Os anfíbios também tinham resíduos de cola nas patas e nos olhos.
Com muito cuidado, os profissionais da Fujama conseguiram remover a substância e os sapos foram devolvidos ao meio ambiente. Um dos biólogos que atua neste trabalho, Christian Lempek, chegou a denunciar o fato numa rede social. Na postagem destacou que tal prática pode ser enquadrada como crime ambiental e maus tratos a animais.
“A gente recomenda à pessoa que encontrar um animal nesta situação que faça um boletim de ocorrência na delegacia mais próxima para que a polícia possa investigar o caso”, explicou.
A pena por esse tipo de crime vai desde multa de um a 40 salários mínimos por animal, até a prisão em casos extremos. Na esfera penal, o crime é previsto pelo artigo 32 da lei nº 9.605, com alteração a lei nº 14.064/2020, prevendo pena de reclusão de dois a cinco anos, multa e proibição da guarda (no caso de animais domésticos).
O endereço da Fujama é rua João Januário Ayroso, 3.329, bairro São Luís.
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