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Coronavírus: região Nordeste de SC é uma das mais críticas do Estado

Foto: Divulgação

Santa Catarina é o primeiro Estado do país a buscar a vigilância ativa e realizar inquérito autorreferido de síndrome gripal nas comunidades, com auxílio direto da atenção básica municipal.

Um estudo da Secretaria de Estado da Saúde iniciado no dia 20 de julho, permitiu que profissionais da atenção básica já realizassem aproximadamente 18,2 mil entrevistas.

Elas servem para monitorar o número de casos gripais nas cidades, realizar um comparativo entre áreas e permitir a análise da velocidade de contaminação e a quantidade de pessoas sintomáticas, sem a dependência exclusiva de testes.

As perguntas são baseadas no inquérito rápido de cobertura vacinal. Indaga-se qual a idade e os sintomas que a pessoa pode ter, entre eles, tosse, febre, dor de garganta, perda de olfato, perda de paladar, vômito, diarreia e falta de ar.

Essa primeira amostragem é uma linha de base, segundo a Vigilância Epidemiológica, e servirá como um projeto contínuo com a ajuda da atenção básica dos municípios.

Todas as regiões evidenciam que existem outros vírus respiratórios em circulação, mas os inquéritos também denunciaram que duas áreas de Santa Catarina representam alta taxa de possíveis contaminados por coronavírus – Serra catarinense e Nordeste. As entrevistas mostraram que cerca de 12,32% das pessoas da região Nordeste apresentam quadro gripal. Na Serra, o número é de 12,12%.