Um Presidente sem partido e um partido sem a Presidência!

A J Marchi

Questionamentos evidentes, obviedades improváveis e banalidades incomodas. 

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As últimas amostragens do cenário político brasileiro levam-me a imaginar algumas hipóteses supostamente improváveis. Não se trata de flertar com o futuro, porém, diante das declarações do Presidente da República, embora, mais comedidas em relação ao turbilhão de insensatas avaliações pelo lado oriental da política que infesta a extrema imprensa, leva a crer que algo não tão óbvio esteja prestes a eclodir lá pelas bandas do Distrito Federal.

Ulisses Guimarães, emedebista, é considerado o pai da constituinte, embora Sarney, do mesmo partido, tenha profetizado após a promulgação, que o Brasil seria ingovernável. Porém, Ulisses é considerado por Bolsonaro, um grande líder, e tomou para si, o exemplo de quem jamais se corrompeu. Aliás, defendeu a liberdade de expressão com unhas e dentes. Hoje, prova-se que, se o Congresso não quiser, o STF e a mídia marrom não deixar, nenhum Presidente do Executivo Nacional poderá governar, desde que destes genocidas ideológicos, se torne refém!

Para inverter este estado de coisas, é preciso que o Presidente desta Republica encontre um partido que possua em seu escopo, uma filosofia libertária que esteja ligada à ideia de deixar o mercado agir sem interferências das ações do governo e do sindicalismo, garantindo apenas o ambiente adequado, como o direito à propriedade, por exemplo. O restante deve se desenvolver de forma natural, pois, o capitalismo replica a criação de infinitas necessidades e oportunidades, enquanto o socialismo cria o caos, reduzindo as necessidades e inviabilizando oportunidades.

Afinal, para pavor da ala contrária, está em jogo a formação daquele que seria o maior partido de direita, já que não há nenhum. Por outro lado, não há quem não tenha percebido a dimensão do ódio perpetrado pela cúpula contrária que objetiva apenas parasitar as instituições, nem que para isso, venha a destruir a economia nacional e deixar morrer o povo ao esconder a medicação para a Covid19. Além do mais, ao tentar de todas as formas demonizar uma pessoa comum, tosca e simplória como Bolsonaro, demonstra a crueldade e a má fé que lhe é característica. Exemplo perfeito de como não se deve fazer política.

Desta feita, inviabilizado por seus inimigos quanto a formação do novo partido, Bolsonaro sinalizou a outro partido quando enviou em missão humanitária para o Líbano, um de seus membros. A aproximação se deve também ao fato de ter obtido excelente expoente eleitoral no Norte do Brasil. As obras abandonadas a décadas no Pará, por exemplo, e, aliadas ao sucesso da adoção do protocolo da Hydroxicloroquina como prevenção ao Covid19, denotam uma sintonia fina com aquele que jogou sementes em terra fértil.

A humildade paraense mostrou ao Brasil que, ser contra Bolsonaro porque a mídia e o poder das trevas assim desejam, é desígnio cognitivo de cada um. Ser contra um remédio que salva vidas, é um monstruoso crime contra a humanidade, culpa de “bestas ideopatas” que politizaram a pandemia para capitalizar mortes para prejudicar um Presidente como jamais se viu em toda a história. Enquanto isso, há um Presidente sem partido, e um partido há muito, sem a Presidência! Mas, em toda unanimidade prevalece a luz da objeção e da incerteza. Portanto, é prudente apostar no impossível, pois, é improvável que o óbvio aconteça!