Últimas colunas de Sônia Pillon

A queda do império

A legião romana ia seguindo em frente, puxada pelo centurião, que procurava manter a cabeça erguida para transmitir um resquício de segurança aos comandados. Uma segurança que nem mesmo ele sentia.

Por Sônia Pillon

As garças da lagoa

Ao chegar ao deck, viu que a lagoa estava coberta de vegetação alta, contornando o espaço. E mesmo com o  vento soprando, os raios solares garantiam o calor.

Por Sônia Pillon

O castelo

O calabouço era escuro e úmido. Uma pequena réstia de luz atravessava as grades da minúscula janela, lá no alto. Durante a madrugada, a janela também dava acesso aos morcegos, que faziam voos rasantes e ruídos de arrepiar o mais corajoso dos cavaleiros.

Por Sônia Pillon

O sarcófago do faraó

Por um momento, o arqueólogo fechou os olhos e ficou imaginando a sociedade egípcia em 1346 a.C, com o poder absoluto do faraó, seus sacerdotes, chefes militares, escribas, comerciantes, agricultores, pastores...

Por Sônia Pillon

O bobo da corte

Vestindo roupagem multicolorida, o espalhafatoso chapéu de guizos e carregando um saco nas costas, o bobo da corte finalmente chegou ao castelo de Jaga, no distante reino do Brail. Chegou chegando, como sempre fez, sorrindo e saltitando...

Por Sônia Pillon

Semear e colher

Terras férteis são sempre generosas quando há boa semeadura e cuidados com a germinação. Já as terras áridas desafiam e exigem, sobretudo, paciência...

Por Sônia Pillon

Reminiscências ao entardecer

Sentado na varanda, o aposentado mirava o horizonte, onde o sol se despedia e lentamente cedia espaço para a noite chegar. O movimento de vai-vem da cadeira de balanço combinava com o ritmo de suas memórias, entrecortadas e carregadas de nostalgia.

Por Sônia Pillon

O outro lado da ponte

Era final de tarde naquele gélido dia de inverno. Jeanne caminhava devagar em direção à ponte, absorta em pensamentos. Mirou o rio de águas turvas e calmas, se atendo à vegetação ribeirinha e às aves aquáticas que rumavam até a outra margem.

Por Sônia Pillon

A cerejeira dos mil anos

Resiliência. Ser resiliente é ter a rara habilidade de driblar o estresse do dia a dia marcando o gol da vitória da vida. É dar a volta por cima, se manter confiante. Resgatando forças do âmago do ser. Mantendo os pés firmes no chão, atravessando pontes, enfrentando tsunamis, terremotos, tempestades, furacões...

Por Sônia Pillon

Nada será como antes

Vivemos o grande desafio do século,  de desconstrução de uma realidade que há apenas alguns meses era inimaginável. Saímos da nossa zona de conforto "na marra". Mais que isso, fomos sacudidos violentamente com o surgimento do coronavírus e arremessados ao desconhecido.

Por Sônia Pillon

A incredulidade dos brasileiros com a pandemia

E o que significa na prática esse descrédito na letalidade da pandemia? É muito fácil constatar. Basta ver o comportamento descompromissado dos que insistem em fechar os olhos para os riscos de contrair a doença.

Por Sônia Pillon

Máscaras

O uso de máscaras como medida de prevenção ao Coronavírus passa a ser gradativamente adotado no Brasil, ainda que timidamente. Sim, porque a resistência tem sido maior. A incredulidade de muitos, que se negam a enxergar as evidências, preocupa. A ficha não caiu ainda para muita gente!

Por Sônia Pillon
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