POLÍTICA & POLÍTICOS

Celso Machado

Nascido em Blumenau, 68 anos, 53 de profissão, incluindo passagens pelo rádio. E em jornais diários como A Notícia (Joinville), Jornal de Santa Catarina (Blumenau) e O Correio do Povo (Jaraguá do Sul).

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Sem nomes -É provável que o PSDB não tenha candidato majoritário em 2020. Quando indagado, o médico e deputado estadual Vicente Caropreso (PSDB) responde que considera como remota a possibilidade de se candidatar a prefeito de Jaraguá do Sul em 2020. A primeira e única tentativa (dele) foi em 2004, ano em que o também médico Moacir Antônio Bertoldi, então candidato pelo PL, se elegeu. Naquele ano, Caropreso foi o terceiro colocado. Dionei Walter da Silva (PT), que tinha a futura prefeita Cecília Konell (PMDB) de vice, ficou na segunda posição. Naquele ano, o também futuro prefeito Dieter Janssen (PP), foi o vereador mais votado, com 3.272 votos. Em 2016 o PSDB disputou a Prefeitura com uma candidata a vice na chapa de Jair Pedri (PSD), terceiro colocado entre quatro concorrentes. Quando ainda no PSDB, em 2012 Pedri faturou 4.187 votos na eleição para vereador.

Farmácias 1- Projeto de lei do deputado José Milton Scheffer (PP) prevê que as farmácias e drogarias passem a atuar dentro do conceito de drugstore. A ideia, segundo o parecer do deputado Doutor Vicente Caropreso (PSDB), é a venda de produtos que não sejam medicamentos. Como próteses, muletas, colchões de água, equipamentos de nebulização, entre outros oferecidos em lojas especializadas.

Farmácias 2- Caso se transforme em lei, o projeto também permitirá que as farmácias vendam alimentos que não contenham açúcar, lactose, glúten e gordura, como barras de cereais, chocolates e pastilhas, por exemplo. Também passa a ter validade o atendimento farmacêutico remoto, em situações de emergência ou calamidade pública.

Sem pedágios- Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa já votou pela proibição de pedágios ambientais. Bombinhas foi pioneira na cobrança, quando a atual deputada Ana Paula da Silva (PDT) era prefeita. Recentemente, Governador Celso Ramos também implantou a cobrança. A Prefeitura de São Francisco do Sul, com a praia de Enseada sem estrutura condizente para abrigar milhares de pessoas durante o verão, também quer. Deputados da CCJ entendem que se trata de cerceamento do direito de ir e vir. A proibição deve ir à votação em plenário ainda em dezembro.

Garantido- Servidores públicos estaduais recebem a terceira e última parcela do 13º na próxima terça-feira (17) e o salário de dezembro, no dia 30. Com isso e os adicionais de férias, o governo vai desembolsar R$ 1,7 bilhão, valor que deve girar na economia catarinense. Com dificuldade de arrecadação, Mato Grosso, Minas Gerais, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Sergipe já vêm escalonando o pagamento dos salários em até três vezes. No caso do RS, extrapolando de um mês para outro há cerca de cinco anos.

Fim da picada !- Nenhum dos 14 hospitais administrados pelo governo do Estado tem um plano de combate a incêndios. Em 2014 (governo de Raimundo Colombo) o Ministério Público de Santa Catarina entrou com uma ação civil pública cobrando providências, mas passados cinco anos nada aconteceu. Aliás, boa parte deles sequer têm alvarás sanitários.

Deputado Darci Matos (PSD), diz que votará a favor da Proposta de Emenda Constitucional em tramitação na Câmara dos Deputados, reduzindo o número de deputados e senadores. Na Câmara, onde há 513 parlamentares, entre oito e 70 por estado, a nova composição seria de um mínimo de quatro e máximo de 65. No Senado, com 81 cadeiras, seriam dois senadores por estado (hoje são três). A economia prevista é de R$ 3,4 bilhões por legislatura (quatro anos na Câmara e oito no Senado). Na contrapartida, Matos foi um dos deputados federais catarinenses que votaram a favor da nova regra para o Fundo Eleitoral, que pode, agora, ser reajustado para até R$ 3,8 bilhões valendo já para 2020. O “sim” também foi dado por Pedro Uczai (PT), Ricardo Guidi PSD) e Hélio Costa (PRB). Senadores Esperidião Amin (PP), Jorginho Melo (PL) e Dario Berger (MDB) votaram contra.

Gritaria- Empresários catarinenses ligados à agricultura, comércio, transportes, micro e pequenas empresas prometem fazer barulho em protesto contra a votação que flexibilizou a lei que instituiu o Fundo Eleitoral, criada em 2017 pelo Senado e Câmara e sancionada pelo ex-presidente Michel Temer (MDB). É dinheiro público para financiar partidos e campanhas eleitorais. A mudança permite que os recursos cheguem a R$ 3,8 bilhões, contra os R$ 2 bilhões previstos pelo governo.