Não basta ser mãe. É preciso estar com o "radar" ligado!

Sônia Pillon

Sônia Pillon é Presidente de Honra da ALBSC Jaraguá do Sul. Nasceu em Porto Alegre (RS), com formação em Jornalismo pela PUC-RS e pós-graduação em Produção de Texto e Gramática pela Univille (SC). 

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Por Sônia Pillon

Gerar, amamentar, proteger... É o que se espera de uma boa mãe. E hoje, 9 de maio, é justamente o dia consagrado a quem nos colocou no mundo. É o momento de homenagear as genitoras que zelaram por nossas vidas desde a gestação. No dia das mães, muito mais do que entregar presentes, é a hora de voltamos nossos olhares para elas. Portanto, parabéns, mamães!

Especialmente nesse dia, lembramos da dedicação recebida, da preocupação com o bem-estar e dos sacrifícios feitos por elas. Das reuniões em família, das refeições feitas no capricho, à espera de um elogio e de um sorriso de agradecimento. Digo isso por experiência própria, porque não há alegria maior do que ser reconhecida nesses momentos.

“Maternar” é o amor de mãe em forma de aconchego. Esse sentimento único que transborda no peito também se traduz em ações mais práticas, como na ajuda nos deveres de casa. Por sinal, em tempos pandêmicos, esse engajamento para auxiliar os filhos nas aulas on-line aumentou consideravelmente.

E, claro, não podemos esquecer das “broncas”, dos limites que precisam ser dados na formação e educação dos filhos.

Não basta ser mãe! É preciso enxergar os filhos, identificar dificuldades e necessidades. Estar com o “radar” ligado: observar o comportamento em casa e na escola, orientar e buscar orientação especializada, se necessário. Identificar e agir, por exemplo, se a criança for vítima de bullying, porque isso pode evitar amargos arrependimentos futuros. Defender a “cria”, como uma leoa, sempre que precisar. E, em hipótese alguma, se omitir.

Ah, e antes que eu me esqueça, tem outro detalhe importante: além do papel de mãe, ela pode perfeitamente exercer uma atividade profissional e nunca deve esquecer o seu lado mulher.