Nada menos que 7.258 mil candidatos oriundos das polícias ou militares do Exército, disputam as eleições para vereador e prefeito em todo o País

Celso Machado

Nascido em Blumenau, 68 anos, 53 de profissão, incluindo passagens pelo rádio. E em jornais diários como A Notícia (Joinville), Jornal de Santa Catarina (Blumenau) e O Correio do Povo (Jaraguá do Sul).

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Nada menos que 7.258 mil candidatos oriundos das polícias ou militares do Exército, disputam as eleições para vereador e prefeito em todo o País. Em sua maioria (683) do PSL, ainda surfando na popularidade do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Depois aparecem o Republicanos com 457 candidatos e o PSD com 455. É o trio com maior representatividade.

Para atender despesas com a previdência dos servidores públicos estaduais, cujo rombo anual médio é de R$ 4 bilhões, o orçamento do Governo do Estado para 2021 prevê corte de R$ 140 milhões dos recursos para a Segurança Pública. Ou seja, menos que em 2020. Novidade? Não. Durante décadas a segurança pública tem sido tratada em SC como mercadoria de segunda.

É cada um que dá dois! Giovan Nardelli (Solidariedade), advogado e candidato a prefeito de Balneário Camboriú, quer que o Tribunal Regional Eleitoral proíba as carreatas.Um estudo lançado pelo Instituto de Energia e Meio Ambiente revela que os automóveis são responsáveis por 72,6% das emissões de gases efeito estufa, vilões do aquecimento global. Quando se prega o modo de vida sustentável e a preservação do meio ambiente, queimar combustível fóssil (gasolina, álcool e diesel) e despejar toneladas de CO2 na atmosfera não parece ser um bom início para quem almeja ocupar um cargo público”, sustenta o candidato.

Por unanimidade, a Câmara de Criciúma aprovou projeto de lei proibindo que vereador eleito em novembro assuma secretaria do futuro prefeito, exceto se renunciar ao mandato. Na contramão da proposta e mesmo antes do resultado das urnas, na imensa maioria dos municípios aliados já discutem a distribuição do butim caso a empreitada dê certo.

Ontem (21) em suas redes sociais, deputados federais e senadores catarinenses nem de longe comentaram a aceitação do segundo pedido de impeachment do governador Carlos Moisés (PSL). Aliás, sobre isso todos têm mantido um silêncio de cemitério, preferindo divagar sobre assuntos repetitivos que se arrastam sem uma luz no fim do túnel. Todos em cima do muro.

Em 2010, o Supremo Tribunal Federal concedeu liminar a pedido do PT, dispensando a apresentação do título de leitor na hora de votar. Mas, em 2016, muitos presidentes de mesas exigiram o documento dos eleitores. Seis anos depois, em 2016, muitos presidentes de seções eleitorais de Jaraguá do Sul exigiram o documento dos eleitores. Agora, passados 10 anos, o STF confirmou: eleitor com documento (foto), mas sem o título, vota.

 

Foi um massacre a votação na Assembleia Legislativa que aceitou o segundo pedido de impeachment contra o governador Carlos Moisés (PSL), no caso da compra dos 200 respiradores nunca entregues e pagos adiantado (R$ 33 milhões): foram 36 votos a favor, dois contra, uma abstenção (presidente Júlio Garcia não precisou votar por desempate) e uma ausência, a do deputado Vicente Caropreso (PSDB). Segundo a Mesa Diretora, na tarde de terça-feira (20) ele se sentiu mal e foi levado para um hospital.

O acatamento deste segundo pedido, do qual a vice-governadora Daniela Reinher (sem partido) foi excluída pela CPI da Assembleia, em nada interfere no primeiro processo sobre o reajuste salarial dos procuradores do Estado equiparados por ato administrativo aos colegas da Assembleia, que está em fase mais adiantada. E no aguardo da votação do parecer do relator, deputado Kennedy Nunes (PSD), o que deve ocorrer amanhã (23). Quando da admissão deste pedido, Caropreso e outros cinco deputados votaram a favor de Moisés.