Últimas colunas de A J Marchi

UTOPIA DE UM POBRE LOUCO

Basta! A sinistra repressão não me representa ... poder sem voto não me isenta ... ... digo o que penso ... caviar, surubim, salmão, camarão e lagostão! Quem pensam que são? Tudo ... menos Constituição!

Por A J Marchi

O menino que pregava pregos

Muitas vezes, certas fábulas ou parábolas são criadas sob alguns pretextos, mas, sob apenas um ponto de vista, são repassadas de geração em geração. Entretanto, quando as questionamos, obviamente sem desmerecer a intenção, encontramos verdades subliminares.

Por A J Marchi

Uma pandemia de opiniões

A única certeza, é que não há nada certo, já dizia o naturalista romano Plínio, o Velho! Estamos todos literalmente segregados intelectualmente em prol de uma causa orquestrada pelos opositores da liberdade de expressão.

Por A J Marchi

LADRÕES OU MALFEITORES!

Diz o ditado: a ocasião faz o ladrão! Embora a maldade seja como uma montanha, moldada pelas ações do ambiente ao seu redor, diz-se também que barro seco não tem conserto, é preciso quebrar, transformar em pó e moldar de novo.

Por A J Marchi

A verdade sobre a pandemia

A 15 anos atrás, especialistas estimavam que um surto relativo de influenza aconteceria a cada 11 anos, e um surto severo, a cada 30. O prazo para o surgimento de uma nova pandemia havia se esgotado em 2014, vindo a acontecer, 6 anos depois, espalhando-se rapidamente com morbidade e mortalidade em todas as idades, interrupção de atividades sociais e econômicas e colapso nos sistemas de saúde, conforme previram.

Por A J Marchi

O "PERIGO É AMARELO? "

A pandêmica realidade nos mostra que o pior dos mundos seria o colapso da economia chinesa alinhavada pela discussão entre sinantropia e sinofobia. A metáfora narrada no livro "Perigo Amarelo", narra a China contemporânea onde desmistificam-se, o trato sanitário, seus protocolos e sua inigualável riqueza cultural. Sem protocolos, seria o "perigo", realmente "amarelo"?

Por A J Marchi

A MENINA DO CHAPEUZINHO ROSA

Tempo de leitura: 3 minutos. Clique no título para ler na íntegra. Boa leitura! A história de hoje, real, é uma metáfora para compreender o momento e tomar atitudes diante da incerteza, do medo e do pânico que tentam nos impingir nos dias em que vivemos!

Por A J Marchi

A COROA DA DISCÓRDIA

É importante sabermos, até para aumentar nossa expectativa positiva ou, quem sabe, diminuir nosso nível de estresse pandêmico, que a primeira pandemia da qual se tem notícia foi a gripe Influenza em 1580. Depois desta, foram relatadas mais 32, sendo as últimas seis, em 1889, 1900, 1918, 1957, 1968 e 2009, dentre elas, a supergripe "Espanhola" que matou em 18 meses, entre 1918 e 1920, mais de 70 milhões de pessoas, e infectou mais de 50% da população mundial.

Por A J Marchi

O ÓBVIO MAIS QUE IMPROVÁVEL

Hoje, escrevendo sobre a situação em que nos encontramos, observo com mais clareza o que acontece. A paisagem brasileira está de pernas para o ar: nada faz muito sentido. É tanta coisa inacreditável, embora, real. Porém, reflito quase constantemente sobre todas as loucuras, baixezas e leviandades praticadas por seres tão pueris. Mas, nada é para sempre.

Por A J Marchi

DIA DO TRABALHO OU DO TRABALHADOR?

Em homenagem a esta data, revisitei esta história que teve início em Chicago nos EUA, onde, em 1º de maio de 1886, alguns milhares de operários foram às ruas reivindicar melhoria das condições laborativas, e com isso, fomentou-se greves em algumas cidades daquele país. Dias depois, conflitos entre policiais e operários com saldo negativo entre ambos, resultaram em mais violência.

Por A J Marchi

O QUE SE EMPRESTA, SE DEVOLVE

Como é possível, que governantes e legisladores que elegemos para executar, legislar e fiscalizar, que recebem e gerenciam tanto dinheiro que obviamente não é deles, não desejem devolvê-lo o mais rápido possível? Sim, que devolvam, porque antes de tudo, não lhes pertence, é "emprestado"! Pertence ao povo que, com um voto de confiança, decidiu em eleições diretas "emprestá-lo" via impostos para que pudessem administrá-lo com responsabilidade, e mesmo que em sonho, recebe-lo de volta com acréscimos e talvez, uma pequena nota de "Obrigado por confiar em mim".

Por A J Marchi

O VENTO DA MUDANÇA - METÁFORA PARA VIVER SEM MEDO

Em nossos verões, não é comum, embora não seja raro, que tenhamos de sair correndo da praia contra um forte vento que surge do nada. A esse vento quente, que as vezes se inicia com uma brisa no amanhecer, vindo de norte com um pouco de nordeste, é conhecido por "terral" na maioria das praias do Sul e Sudeste do Brasil. Apesar de ser desagradável, é o melhor vento para a pratica do bodyboard ou Surf. É aquele vento que sopra da terra para o mar, fazendo um spray para trás das ondas. Normalmente quentes, esses ventos interferem na formação das ondas em alto mar, e trazem consigo, uma formação momentaneamente desequilibrada no clima e no tempo local. Então, você não acha que o mar e o vento, são uma metáfora perfeita para compreender o momento de angustia que enfrentamos, e também de nossas emoções? Da nossa mudança de vida diante das incertezas que agora se abatem sobre nós?

Por A J Marchi
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