Jaraguá do Sul

Maíny repete feito da mãe como rainha da Schützenfest, 27 anos depois

O fato curioso é que ela é filha de uma ex-rainha da Schützenfest, de 1995, Maisa Steinert, do Botafogo FC, a última escolhida por meio de competição de tiro

23/11/2022

Não foram 17, mas 16 candidatas que disputaram na noite de sexta-feira, 18 de novembro, o título de realeza da 33ª Schützenfest. Uma das candidatas sofreu cirurgia de emergência e não pode participar. Decidiu-se não colocar ninguém no seu lugar pelo fato de que eventual substituta não estaria ensaiada devidamente e ficaria em desvantagem em relação às demais.

Torcidas e visitantes acompanharam com expectativa os desfiles e a avaliação dos nove jurados, todos de fora e alheios às sociedades e clubes de tiro esportivo. O nível e desenvoltura das concorrentes surpreenderam. Foi uma decisão difícil para os jurados, mas as escolhas agradaram. A nova corte da beleza vai representar muito bem a festa dos atiradores.

Elas iniciaram no dia 21, segunda-feira, o reinado. A rainha eleita é Maíny Steinert, da Associação Desportiva Guaramirim (Adag). O fato curioso é que ela é filha de uma ex-rainha da Schützenfest, de 1995, Maisa Steinert, do Botafogo FC, a última escolhida por meio de competição de tiro.

Fernanda Lopes Devenzi, da Sociedade Centenário, foi eleita primeira princesa, e Ângela Horongoso, da Sociedade 25 de Julho, a segunda princesa. O reinado começou na segunda-feira (21).
O fato de Maíny ter sido eleita rainha da 33ª Schützenfest mostra a importância cultural e social da festa dos atiradores e a sua continuidade. Ela já é da segunda geração. Sua mãe foi a rainha da 7ª Schützenfest, em 1995, e agora a filha, fato inédito na história da

Schützenfest, que precisa ficar registrado.


Nas imagens, as majestades eleitas para 2023, Maíny  e a mãe Maisa, e Maisa com a faixa de rainha de 1995.

 

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